Sobre Rosas e Borboletas
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 
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Dos versos à ti
Em sua perfeita beleza
  Em sua perfeita beleza
  Sabe aquela poesia que escrevi com vinte anos?
Aquela que eu falava de amor, de Deus e sonhos...
Tenho saudades dela, nunca irei revê-la novamente.
Pois sabe, eu a perdi por estar com a vida descontente

Hoje sinto falta dela. Minto. Ontem também senti...
Sei que nunca escreverei outra igual, pois ela tinha seu cheiro,
E sei que seu cheiro é aquele, que sempre me fazia mentir...
É verdade! Na verdade... Nunca mais vou mentir em teu abeiro

Eu prometo! Juro! Calo...
Não sei mais o que falo.

A quem prometo?
Aos versos ou a ti?!
Não estou a mentir.
Tu foste meu teto.

Que caiu! Em minha cabeça, me deixando,
Com o poema mais lindo que já escrevi.
Não sei por que estou me queixando?
Fui eu quem a te deixar me atrevi

É, ainda estou a mentir...
(...)
Mas é só para te provar que ainda estou a sentir
Aquilo que você em menos de vinte minutos,
Esqueceu, abandonou e se recusou a tentar insistir
O amor. Que você explodiu em pequenos miúdos.

Hoje, ontem, não sei mais à quanto tempo! Tento...
Tento resgata-lo em um mar profundo em uma nau
Afundada por um meteoro de fogo, que você... Tendo!
Se recusou a tentar salvá-los, meus versos agora são nau

Perdidos e sem ninguém para emocionar
Sabe, ainda bem que os perdi naquele mar.